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Revista Poder da jornalista Joyce Pascowitch entrevista o Cirurgião Plástico Dr. Márcio Crisóstomo


“Destaque em matéria da Revista de circulação nacional PODER, da Jornalista Joyce Pascowitch, abordando o destaque internacional da Técnica Untouched Strip.” Ed. Nov/2012

Dr. Márcio é destaque na Revista Poder falando sobre Técnica Untouched Strip

 

Até alguns anos atrás quem sofria com a calvície no Ceará e queria realizar um transplante capilar com as técnicas mais atualizadas e em um centro especializado no tratamento da calvície precisava viajar para operar-se em outros estados, principalmente no sul do Brasil. O cirurgião plástico Márcio Crisóstomo, por mais de uma década de dedicação, colocou o Ceará no roteiro de referência nacional e internacional quando o assunto é transplante capilar.

O Dr. Márcio Crisóstomo é médico formado pela Universidade Federal do Ceará (UFC), onde fez residência em cirurgia geral no Hospital Universitário. Mudou-se para o Rio de Janeiro para especializar-se com um dos mais renomados cirurgiões plásticos do mundo, Ivo Pitanguy.
Durante a pós-graduação com o mestre, o Dr. Crisóstomo, publicou vários capítulos de livro, trabalhos de pesquisa e ganhou dois prêmios por melhor trabalho científico em congressos. Um deles, o prêmio Victor Spina, de âmbito nacional e inédito para um cirurgião do Ceará. Durante a pós-graduação despertou seu interesse pela cirurgia de transplante capilar.

Foi professor do Departamento de Cirurgia da UFC e preceptor colaborador do Serviço de Cirurgia Plástica do Hospital Universitário da UFC durante cinco anos. Estruturou e coordenou durante seis anos um serviço de cirurgia plástica filantrópica no Hospital e Maternidade Paulo Sarasate, em Redenção.

 

Dr. Márcio Crisóstomo - Com pioneirismo e dedicação o cirurgião plástico colocou

Desde o início da sua atividade profissional no Ceará, embora tenha desempenhado várias atividades de ensino, filantrópica, de pesquisa e cirúrgica, o Dr. Márcio sempre teve como objetivo criar um centro de transplante capilar no Estado nos moldes dos melhores centros do país e do Exterior. Para isto visitou várias clínicas de referência no Brasil, na Europa e nos Estados Unidos. Importou tecnologia e know-how e passou a ter dedicação total ao desenvolvimento da cirurgia de transplante capilar. Juntamente com sua equipe, uma das maiores do país, opera pacientes de vários Estados e de outros países.

O Dr. Crisóstomo realizou mestrado com dissertação sobre transplante capilar, monografia para ascensão a membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica sobre transplante capilar e tem várias publicações nacionais e internacionais. Participa ativamente dos mais importantes congressos sobre o tema, inclusive como palestrante convidado na maioria deles, já tendo apresentado sua experiência em países como Itália, Áustria, Alemanha, entre outros. É ainda membro das Sociedades Brasileira, Européia e Internacional de Transplante Capilar.
Devido a estes destaques e à forma como o Dr. Márcio Crisóstomo tem representado a medicina cearense nesta especialidade, a Revista Público A dedica as próximas páginas a traçar o seu perfil e a sua trajetória profissional.

 

Dr. Márcio Crisóstomo apresenta ao Prof. Pitanguy pôster na jornada carioca de cirurgia plástica de 2002, sobre a importância da sua escola.

Dr. Crisóstomo, como o senhor começou sua atividade profissional aqui em Fortaleza?


Antes de tudo eu gostaria de agradecer o convite e a oportunidade de estar presente na revista Público A. Para mim é uma honra. Quando cheguei a Fortaleza fui professor substituto da Faculdade de Medicina da UFC e tive a oportunidade de participar como colaborador do Serviço de Cirurgia Plástica do Hospital Universitário, durante cinco anos. O Serviço é regido pelo Prof. Salustiano Pessoa, a quem sou muito grato pela oportunidade de conviver e colaborar com a formação dos residentes, além de participar deste estimulante serviço de ensino.

O senhor ainda desenvolve atividade de ensino e pesquisa?


Atualmente permaneço como colaborador do Departamento de Cirurgia da Faculdade de medicina da UFC, mas minha atividade é restrita a algumas aulas como voluntário. Quando à pesquisa, o meu pai fez mestrado e doutorado em genética na USP e, desde criança o acompanhei durante suas pesquisas. Com isto, sempre tive interesse científico. Já publicamos trabalhos sobre cirurgia plástica estética e reparadora e hoje procuro desenvolver esta atividade publicando nossas idéias e casuística sobre alterações do cabelo e do couro cabeludo e transplante capilar em revista científicas nacionais e internaccionais. Acredito que desta forma conseguimos difundir o conhecimento e um número maior de pessoas.


Dr. Crisóstomo, como foi trabalhar com o prof. Pitanguy?

Foi  uma experiência de vida. Trabalhar com alguém que é a própria história da especialidade é algo indescritível. Quando li o livro de História da Cirurgia Plástica Brasileira do Dr. Raul Loeb, constatei que quase todos os pioneiros da especialidade em cada estado do Brasil tinham se especializado com o Prof. Pitanguy. Ampliei ainda mais a noção do significado do seu trabalho quando tive a oportunidade de escrever um artigo sobre a importância da Escola Pitanguy para a cirurgia plástica, publicado na Revista da Academia Nacional de Medicina. Durante três anos pude presenciar de perto a sua rotina tanto na 38ª Enfermaria da Santa Casa como na Clínica Ivo Pitanguy e lá pude aprender não apenas os princípios cirúrgicos, também o lado ético e humanista da especialidade.

 

“O trabalho do professor me influenciou de várias formas. O prof. Pitanguy além de um profissional de qualidade inquestionável é um ser humano muito diferenciado tanto no aspecto cultural e humanista”.

 

De quais maneiras o trabalho do Prof. Pitanguy o influenciou?


O trabalho do professor me influenciou  de várias formas. O prof. Pitanguy além de um profissional de qualidade inquestionável é um ser humano muito diferenciado tanto no aspecto cultural e humanista. Me chamava atenção como ele circulava tanto no so sofisticado ambiente da sua clínica em botafogo, cercado de quadros Salvador Dali e outros artistas do mesmo porte, como também na Santa Casa do Rio de Janeiro, tratando a todos com o mesmo respeito e dedicação. Aliás, a forma dele se dirigir com as pessoas tem um magnetismo impressionante. Lembro uma vez que levei uma cachaça local para presenteá-lo, sem saber se o presente o agradaria, mas a atenção com que ele me atendeu em seu consultório valorizou demais aquela lembrança e o momento. Uma de suas maiores influências no meu trabalho foi a filantropia. Durante seis anos desenvolvemos uma atividade filantrópica no Hospital e Maternidade Paulo Sarasate, em Redenção, onde realizamos mais de 400 intervenções plásticas, das mais variadas, desde fissura labial, reconstrução mamária e cânceres de pele até reduções de mama e cirurjgias estéticas.


Em 2003, o senhor ganhou um prêmio nacional da sociedade brasileira de cirurgia plástica( SBCP). Fale um pouco sobre esta experiência.


Foi uma grata surpresa.  Fizemos este trabalho com o Prof. Pitanguy na época da residência. Pesquisamos sobre todos os casos de reconstrução nasal após Leishmaniose em mais de 90 mil prontuários do Serviço. Após isto, estudamos todos os aspectos relacionados à doença, às cirurgias realizadas, às técnicas históricas e atuais. Este estudo recebeu o prêmio de melhor trabalho científico realizado por um pós-graduando no ano de 2003 e foi entregue durante congresso Brasileiro de Cirurgia Plástica que, por coincidência, naquele ano foi em Fortaleza. Foi uma satisfação muito grande trazer um prêmio nacional ainda inédito no nosso Estado. Também foi a primeira vez que um residente do serviço do prof. Pitanguy ganhou este prêmio.


Como surgiu o seu direcionamento para o transplante capilar?


O significado do cabelo é fundamental tanto do ponto de vista estético, de proteção, como psicologicamente. É histórica a importância que se dá aos cabelos desde a época em que simbolicamente, Dalila eliminou a força de Sansão ao cortar-lhe os cabelos, Já nos escritos de Hipócrates, o pai da medicina, mais de 300 anos antes de Cristo, existiam descrições de tratamentos para a calvície. Imperadores romanos também apresentavam preocupação com os cabelos e a coroa de louros que usavam já era uma tentativa de disface. Se observarmos pinturas do imperador francês, Napoleão Bonaparte, verifica-se que ele tentava esconder a perda capilar penteando os cabelos para frente nos idos do Século XIX, um período em que quando maior a peruca, mais poder significava. Ainda hoje observamos, que a perda capilar, seja ela em um jovem que está em formação, seja em uma pessoa de meia idade ou mesmo em mulheres, pode ter repercussão variada do ponto de vista psicológico, muitas vezes afetando as relações sociais e profissionais. Da mesma forma, o tratamento bem sucedido é extremamente gratificante tanto para o paciente como para o cirurgião. Tudo isto me chamou a atenção e comecei a me interessar pelo transplante capilar durante a residência de cirurgia plástica. A partir daí e o meu interesse foi aumentando paulatinamente.


Como é a especialização em transplante capilar?


Na verdade não existe uma especialização em transplante capilar no Brasil, pois esta cirurgia não faz parte do curriculum de formação normal do cirurgião plástico, ou seja, após a residência é comum que o médico em formação não tenha assistido nenhum transplante. No Serviço do Prof. Pitanguy existe um setor de transplante capilar onde adquirimos os conhecimentos básicos, porém sentimos que, para se chegar a um nível cirúrgico de excelência, era necessário complementar a formação. Por isto, visitamos várias clínicas de referência no Brasil, nos Estados Unidos e na Europa, onde estabelecemos forte relacionamento e troca de experiências. Tudo isto reforçou a nossa intenção de montar um centro de transplante capilar aqui em Fortaleza no mesmo molde daqueles.


“O significado do cabelo é fundamental tanto do ponto de vista estético, de proteção, como psicologicamente. Já nos escritos de Hipócrates, o pai da medicina, mais de 300 anos antes de Cristo, existiam descrições de tratamentos para a calvície”

 

Em que estágio está o transplante capilar atualmente?


Podemos dizer que o transplante capilar é uma cirurgia que chegou ao estado da arte no que se refere à técnica cirúrgica e naturalidade de resultados. Porém esta evolução foi longa. Esta cirurgia começou na década de 30, no Japão, em que um dermatologista, Dr. Okuda, já realizava transferências de fios da parte posterior da cabeça para áreas de perda capilar. Em 1959, o Dr. Orentreich descreveu o princípio básico do transplante capilar, e de que os fios da região posterior da cabeça não caiam e, ao serem transplantados para a área calva, mantinham esta característica. As cirurgias realizadas neste período utilizavam uma técnica em que os fios eram implantados em tufos e distantes uns dos outros levando a resultados perceptíveis, muitas vezes conhecidos como cabelo de boneca. Na década de 80 um cirurgião plástico brasileiro, Dr. Carlos Uebel de Porto Alegre, popularizou o uso de enxertos mais finos que traziam resultados mais naturais. Com a evolução deste conceito nos últimos vinte anos, o uso de microscópios no preparo das unidades e a realização de cirurgias de grande número de fios os resultados ficaram cada vez mais naturais. Atualmente, um transplante capilar feito pelas melhores equipes e com as técnicas mais atuais oferece resultados praticamente imperceptíveis. Claro que estes resultados são variáveis de acordo com o caso.

 

Pode-se dizer então que, com esta evolução, os resultados são sempre naturais?


O bom resultado desta cirurgia depende da equipe, da técnica  utilizada e do planejamento, que é fundamental. Podemos traçar um paralelo entre esta atividade e um esporte. Por exemplo, se você observar um tenista profissional ou um nadador, mesmo já sendo bons naquela atividade estão sempre em constante rotina de treinos para manter um alto nível de desempenho. Acho interessante também a analogia com uma equipe de Fórmula Um. Eles trocam os quatro pneus e abastecem o carro em menos de quatro segundos. Isto é obtido com uma prática diária e uma equipe não somente grande, mas principalmente sincronizada. Com o transplante capilar é muito parecido. É necessário ter muita dedicação a esta especialidade, pois apenas os microscópios e a estrutura física não garantem bons resultados, mesmo com as técnicas atuais. Esta cirurgia depende muito do senso artístico, no planejamento da linha anterior, na visão espacial da relação entre a área doadora e a área receptora, além de uma percepção de evolução futura da calvície e de um volume cirúrgico constante. Veja que pincel e tintas são os mesmos, mas os quadros são sempre diferentes.


Em relação às técnicas mais atuais, existe um transplante sem cortes?

 

Sim, o Follicular Unit Extraction (FUE), onde as unidades foliculares são retiradas uma a uma evitando-se a incisão no couro cabeludo. Porém, o número de fios obtidos com esta técnica é menor e ela fica restrita a algumas indicações bem precisas. Em nossa opinião, o FUE é restrito a casos de calvícies menores ou correções onde o paciente não tem mais elasticidade na área doadora para uma cirurgia clássica, com a retirada da faixa de couro cabeludo.
Porém, temos realizado com muita freqüência a associação da técnica clássica e o FUE como um complemento, aumentando ao máximo a doação de fios da área doadora em uma única cirurgia. Com isto obtemos um maior número de unidades foliculares, o que é muito interessante nos casos mais avançados de calvície. Temos aplicado a esta associação uma técnica que desenvolvemos, chamada  de Untouched Strip, em que, além de aumentar o número de fios, preserva-se área doadora caso o paciente precise de outra cirurgia no futuro. Enterdemos que isto representa um importante avanço na cirurgia de grandes calvícies.


Como está o Brasil em termos de transplante capilar?

 

Desde 2004 existe a Associação Brasileira de Cirurgia da Restauração Capilar (ABCRC), que tem como objetivos difundir as técnicas cirúrgicas mais atuais aos colegas que desejam iniciar-se nesta especialidade e unir os especialistas em prol do desenvolvimento e da boa divulgação do transplante capilar. Somos ainda um grupo pequeno de especialistas.

 

 

Observamos que o senhor tem sido convidado a participar como palestrante em vários congressos no exterior. Quais os fatores que levaram a isto?


Em toda cirujrgia de transplante ocorrem alterações celulares, que em conjunto são conhecidas como isquemia e reperfusão e que podem influenciar na sobrevivência dos enxertos. Como não havia um estudo específico sobre essas alterações em transplante capilar, a nossa curiosidade científica nos levou a realizar um mestrado na UFC com dissertação sobre o tema. Estudamos o uso e efeito de antioxidantes no transplante capilar e a sua repercussão em nível celular. Este trabalho foi publicado em uma importante revista na Inglaterra e têm resultado em convites constantes para discutir as idéias inéditas levantadas na pesquisa. Embora os resultados obtidos com a pesquisa não tenham sido o que esperávamos, abriu-se uma nova linha de pesquisa.


Além disso, desenvolvemos uma monografia para ascensão a Membro Titular da SBCP, onde comparamos duas técnicas de transplante capilar. Uma delas não era muito conhecida no exterior e este trabalho foi publicado tanto na Revista Brasileira de Cirurgia Plástica como na principal revista internacional de transplante capilar. Esta publicação foi fundamental para os convites para apresentações internacionais e já há alguns anos participamos do quadro científico de vários congressos de transplante capilar.


O senhor sentiu alguma dificuldade de aceitação fora do país por ser brasileiro?

Nenhuma. Se você apresenta bem as idéias a comunida científica está aberta a julgar a qualidade do conhecimento que está sendo gerado ali. Com relação ao Brasil, observamos uma mudança importante de visão em relação ao nosso país. Certa vez em Munique, Alemanha, onde estávamos para proferir uma aula, comprei uma revista local para inteirar-me das notícias. Qual foi a minha supresa ao ver uma matéria de quatro páginas analisando toda a situação político-econômica do Brasil e apontando o nosso país como uma das cinco superpotências mundiais até 2020. Isto mostra que, entre outros  fatores o mundo está de olho no Brasil e isto inclui a produção técnico-científica. Além disto, o nosso país sempre foi uma referência em cirurgia plástica de qualidade.


Como esta experiência internacional tem influenciado a sua conduta aqui?

Além de vários bons colegas no Brasil, devido à nossa constante participação em congressos internacionais temos colegas e amigos em vários países como Estados Unidos, Japão, Itália, Espanha, Austrália, França, Suíça, Índia, Turquia. Isto tem sido muito importante, pois podemos discutir casos difíceis e trocar experiências. Como exemplo disto, no útimo congresso que fomos, no Alaska/EUA, foi apresentado pela primeira vez um robô que retira unidades foliculares uma a uma do paciente e que pode representar o futuro em restauração capilar. Embora fosse uma novidade apresentada pela primeira vez, já há alguns anos temos conversado sobre este assunto com o amigo Dr. Miguel Canales.

 

“ O paciente que for se submeter atualmente a um transplante capilar deve procurar um cirurgião plástico que seja focado neste tipo de cirurgia, que tenha uma adequada, sincronizada e com boa experiência.”

O que um paciente precisa procurar em um especialista para a realização de um transplante capilar?


O paciente que for se submeter atualmente a um transplante capilar deve procurar um cirurgião plástico que seja focado neste tipo de cirurgia, que tenha uma equipe adequada, sincronizada e com boa experiência. Entendemos que não é aconselhável o médico fazer esta cirurgia de vez em quando, pois a equipe leva alguns anos para ficar em total sincronismo e o volume cirúrgico é fundamental neste processo. Se o transplante capilar é diluído no volume cirúrgico do médico, pode-se fazer uma boa cirurgia, mas acreditamos que dificilmente se atinge um nível de excelência. Referências do meio médico e, principalmente de outros pacientes operados e satisfeitos, podem valer mais que qualquer outro parâmetro. A escolha da equipe é importante desde a primeira cirurgia, pois em alguns casos um procedimento mal indicado ou conduzido pode prejudicar a evolução do caso e a realização de cirurgias subseqüentes.


Com essa rotina de congressos, viagens, publicações e intensa agenda de consultas e cirurgias, pode-se dizer que o Dr. Márcio é um workaholic?


De forma nenhuma, não gosto muito de rótulos, mas se for para classificar com um, eu preferiria o de Worklover, ou seja, alguém que não é obcecado pelo trabalho, mas sim que gosta muito do que faz. Confúncio disse que se você escolher um trabalho que ame não precisará trabalhar um único dia em sua vida. O melhor local da minha casa é uma biblioteca com tudo o que preciso. Passo horas lá e nem percebo. Porém, não é uma obrigação e sim um prazer. O mesmo se aplica à minha rotina no centro cirúrgico e na Clínica. Temos muita satisfação com o trabalho que fazemos e também com o reconhecimento obtido.


Para finalizar, como o senhor definiria o profissional Márcio Crisóstomo?


Um especialista ultra-focado no que faz buscando estar sempre atualizado com o que há de melhor nesta sub-especialidade com o objetivo  de, com esta verticalização, fazer o melhor, sem perder a essência natural do médico de ajudar o maior número de pessoas possível com a sua atividade.

 

 

 

 

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Veja aqui todas as entrevistas do Cirugião Plástico Dr. Márcio Crisóstomo especialista em Transplante Capilar
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